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sábado, 1 de dezembro de 2012

Adoro Reticências...

Odete Soares Rangel

Odete Soares Rangel
Da minha janela para a vida


A imagem das duas vidas finitas nos dá uma dimensão de como a vida pode ser efêmera. E que as reticências (...)omissão daquilo que se devia ou podia dizer; silêncio voluntário, podem ser substituídas por um ponto final a qualquer momento. Então, viva! Não fique esperando esse momento chegar como se não houvesse nada a fazer, como se não exista nada que lhe dê prazer, e ninguém para amar.

Pense nisso! Viva com muitas reticências, mas com perseverança!
"Adoro Reticências...
Aqueles três pontos intermitentes que insistem em dizer que nada está fechado, que nada acabou, que algo sempre está por vir!
A vida se faz assim!
Nada pronto, nada definido.
...Tudo sempre em construção.
Tudo ainda por se dizer...
Nascendo...
Brotando...
Sublimando...
Vivo assim...
Numa eterna reticência...
Para que colocar ponto final?
O que seria de nós sem a expectativa de continuação?"
(Nilson Furtado) 

2 comentários:

Anônimo disse...

Boa tarde!

Este texto é de autoria de Marina Esméria Ramos.
Foi escrito por volta de 2000, li para minha amiga Daniele Xavier (que também escreve poesias) algumas vezes, quando ela viu na internet, somente em 2014/15 o reconheceu e me comunicou!

Facebook: Marina Marinna (Esméria)

Odete disse...

Boa noite anônimo,

Obrigada por sua informação sobre creditar a autoria a sua verdadeira autora. O texto consta na Internet com o nome de Nilson Furtado ou autor desconhecido.

Abços a todos,