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terça-feira, 14 de setembro de 2010

Skank, uma voz que encanta

Odete Soares Rangel

Skank, a banda brasileira de pop rock, é fornada pelos integrantes Samuel Rosa (guitarra-voz), Henrique Portugal (teclados), Lelo Zaneti (baixo) e Haroldo Ferreti (bateria). Foi fundada em março de 1991, na cidade de Belo Horizonte.

Inicialmente (1983) era uma parceria entre Samuel Rosa e Henrique Portugal, com os irmãos Dinho (bateria) e Alexandre Mourão (baixo). Eles tocaram juntos em uma banda de reggae chamada Pouso Alto. Em 1991, eles fizeram um show na casa de concertos Aeroanta, em São Paulo, porém desta vez no lugar de Dinho e Alexandre estavam os novos integrantes Lelo Zaneti (baixista) e Haroldo Ferretti (bateirista). A estréia em 05.06.1991, contou com apenas 37 pagantes. Ao final, o grupo mudou o nome para Skank, uma idéia feliz que perdura na atualidade.

Foi o primeiro grupo brasileiro a ter um álbum lançado em formato digital (2006). Em junho de 2010, o grupo realizou um show gratuito no Mineirão, era a despedida do estádio antes das reformas para a Copa do Mundo de 2014. O show foi registrado em CD, DVD e Blu-ray.

Ouvir as músicas deles na voz de Samuel Rosa é, sem dúvida, uma atração melodiosa para nossos ouvidos. Sutilmente é uma das músicas que não me canso de ouvir e queria dividir com vocês essa alegria. A voz de Samuel me encanta, me apaixona. Ele canta com alma, quando a voz sai tenho a impressão de que ele está vivendo a situação cantada. Você pode ler e ouvir mais na página oficial da banda. (http://www.skank.com.br/)

SUTILMENTE - SKANK
 Clipe Oficial ( Melhor Clipe - VMB 2009)

video

http://www.youtube.com/watch?v=geDHzXg56UU

Sutilmente

Skank


Composição: Samuel Rosa / Nando Reis


E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
Quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
Quando eu estiver fogo
Suavemente se encaixe

E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
E quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
E quando eu estiver bobo
Sutilmente disfarce
Mas quando eu estiver morto
Suplico que não me mate, não
Dentro de ti, dentro de ti

Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti
Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti

E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
E quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
E quando eu estiver bobo
Sutilmente disfarce
Mas quando eu estiver morto
Suplico que não me mate, não
Dentro de ti, dentro de ti

Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti
Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti

Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti
Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti.

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